quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

2.2.Comunidades de Práticas.

2.2.Comunidades de Práticas.
Vamos refletir acerca dos aspectos apresentados sobre a importância da colaboração e reciprocidade em uma rede virtual.
  1. Você participa ativamente, buscando cultivar suas relações sociais e/ou contribuir para o progresso coletivo, no caso de redes com objetivos específicos?
  2. Você costuma comentar/avaliar os trabalhos compartilhados por seus pares? Por exemplo: mensagens nos fóruns, postagens nos blogs dos colegas, mensagens na Comunidade Redes de Aprendizagem, no e-ProInfo etc.
  3. Como se sente quando recebe comentários? Você verifica, e responde, quando for o caso, às mensagens que recebe em seu blog e nos fóruns?
  4. Entre as redes que você participa, quais se enquadram na definição de “comunidade de prática”, apresentada por WENGER (2006)?
  5. Você considera que a(s) comunidade(s) poderia(m) evoluir em algum dos requisitos: domínio, comunidade e prática? Quais estratégias poderiam contribuir nesse sentido?

Agora compartilhe aqui as descobertas feitas e exponha sua proposta para de estratégias de aprimoramento das redes.
A era tecnológica introduziu mudanças em todos os setores da vida humana, interferindo nas relações do sujeito com o mundo e produzindo novas subjetividades. As tecnologias da informação revolucionaram as formas de acesso ao saber e de comunicação humanas, introduzindo a possibilidade de relacionamentos virtuais entre pessoas de todo o mundo. As comunidades virtuais são o resultado de uma nova forma de organização social que surgiu na contemporaneidade: a sociedade em rede. Partindo da noção de adolescência como um momento da vida decisivo para a inserção cultural e social, buscamos investigar o uso que os adolescentes fazem desses dispositivos de socialização no espaço virtual. Defendemos a hipótese de que as tecnologias da informação e da comunicação apresentam efeitos paradoxais, pois, ao mesmo tempo que rompem com valores de referência tradicionais, permitindo a liberdade de expressão e a criatividade; elas reforçam as desigualdades sociais, numa lógica de poder que se assenta sobre a imposição de valores do mercado capitalista. Através da leitura das narrativas dos adolescentes nos fóruns de algumas comunidades do Orkut, facebook, buscamos investigar se essas comunidades virtuais têm sido utilizadas como um espaço de expressão das singularidades, contribuindo para a formação reflexiva e crítica dos adolescentes, ou se, pelo contrário, elas têm servido à padronização de discursos, imagens e ideais, promovendo a segregação e servindo ao mercado de consumo.

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